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Projeto Mostra Como Pode Ficar o Ser Humano no Ano 3000

  


© Fornecido por Ctraca Livre


Créditos: Reprodução/Instagram


Cientistas estão olhando para o futuro e imaginando como o corpo humano pode mudar drasticamente até o ano 3000, tudo devido ao nosso uso cada vez maior de tecnologia. Um projeto inovador, liderado por pesquisadores da Toll Free Forwarding, uma empresa de telecomunicações nos Estados Unidos, criou um modelo chamado Mindy para simular as potenciais mudanças físicas que os humanos podem enfrentar nos próximos 977 anos, se continuarmos tão dependentes de smartphones e computadores como somos hoje.


De acordo com o estudo, nosso corpo pode se transformar de várias maneiras devido aos hábitos modernos. A postura curvada é uma das mudanças mais evidentes, resultado do tempo excessivo gasto olhando para telas de computadores e smartphones. Os músculos na parte de trás do pescoço precisariam se contrair continuamente para manter a cabeça erguida, levando a essa curvatura preocupante.


Além disso, nossas mãos podem se adaptar para formar uma espécie de “garra de texto” devido à maneira como seguramos e digitamos em nossos dispositivos eletrônicos. O estudo também prevê algo chamado de “cotovelo do smartphone”, uma condição em que nossos braços desenvolveriam um ângulo permanente de 90 graus devido à forma como seguramos nossos smartphones.


Outras mudanças projetadas incluem um crânio mais espesso e um cérebro menor, além do desenvolvimento de uma segunda pálpebra para proteger nossos olhos da exposição excessiva à luz.


Este não é o primeiro estudo desse tipo. Anteriormente, em 2019, cientistas criaram o modelo Emma, que destacou as preocupações de saúde relacionadas ao trabalho. Emma apresentava uma postura permanentemente curvada, olhos avermelhados e secos devido à exposição prolongada às telas de computador, e pele pálida devido ao tempo excessivo gasto sob luz artificial.


Essas projeções nos fazem refletir sobre o impacto significativo que nossos hábitos tecnológicos podem ter no corpo humano, nos incentivando a repensar nossa relação com a tecnologia e a encontrar um equilíbrio saudável para o futuro.


Fonte: MSN

Brasil é o 2º país com mais usuários que entram diariamente no Facebook

Apesar de o Brasil perder para a Índia em número total de usuários, os brasileiros são mais assíduos que os indianos, o que faz do país o segundo no mundo em acessos diários, ficando somente atrás dos Estados Unidos, lar da companhia. A informação foi dada por Leonardo Tristão, diretor-geral da empresa no Brasil, na noite desta quarta-feira (11/09/2013) na sede do Facebook, em São Paulo.
"A gente já tem 47 milhões de brasileiros que voltam para a plataforma todos os dias. Isso nos coloca na segunda posição, só atrás dos Estados Unidos", afirma Tristão.
O Brasil possui 76 milhões de usuários na rede social, abaixo da Índia e dos EUA. "Dada a relevância do Brasil, cada vez mais a gente olha pra esse mercado dentro da estratégia global e vê que tipos de produtos e serviços nós podemos promover em mercados como o Brasil ou em mercados em que o país possa liderar uma discussão global de uma estratégia de desenvolvimento de produtos".
"Isso abre um leque de oportunidades muito grande pensando que o Brasil vai ser sede dos principais eventos esportivos nos próximos três anos", diz, em referência à Copa do Mundo, em 2014, e às Olimpíadas, em 2016. Dos usuários brasileiros, 44 milhões acessam o site em smartphones ou em tablets.

Segunda tela:
Durante encontro com jornalistas, o Facebook resumiu alguns dos pilares para o Brasil em 2014. Um deles é aproveitar o efeito da segunda tela – utilizar smartphones ou tablets enquanto se assiste televisão. De acordo com Tristão, 40% dos usuários do Facebook entram no site enquanto assistem TV.

O Facebook apresentou na segunda (9) a grupos de mídia uma aplicação que mostra quais os temas estão mais sendo discutidos na rede. Similar aos "Trending Topics" do Twitter, a ferramenta terá maior capacidade de segmentação do público que participa das interações, como o sexo e a localização geográfica.
"É mais uma ferramenta para fazer a conexão de um programa de TV ou evento esportivo com o que as pessoas estão falando", explica.
Tristão conta que, durante o último capítulo da novela "Avenida Brasil", da TV Globo, o Facebook monitorou, bloco a bloco, o tema das conversas dos usuários na rede. "Os dez temas mais comentados tinham relação com a novela. 'Eu odeio a Carminha' ou 'Vou sentir falta da novela'", diz.
No Brasil, a ferramenta ainda está em fase de discussão, mas logo entrará no raio de ação da rede social. "Isso vai ser uma pauta em 2014, sim", diz Tristão.
Outra das apostas do Facebook é criar novos talentos em casa. A equipe da empresa tem 65 pessoas e 20 posições abertas para 2013. Segundo Tristão, em breve, será lançado um programa de desenvolvimento de talentos para suportar novos negócios, principalmente aquele voltado para pequenas e micro empresas.
Por fim, a rede social quer continuar a mostrar que pode ser uma plataforma para a concretização de negócios. Sobre esse ponto, Tristão disse que a construtora Tecnisa chegou a gerar R$ 20 milhões ao utilizar a plataforma como portas para engatar o negócio.[Fonte: G1]

A poderosa influência da Internet...


Quando o escritor norte-americano Nicholas Carr começou a pesquisar se a internet estava arruinando nossas mentes, assunto de seu novo livro, ele restringiu seu acesso à internet, deu um tempo no e-mail e desligou suas contas no Twitter e no Facebook.
Em seu novo livro The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains, ele diz que a rede está nos privando da capacidade aprofundada de raciocínio.
Carr levantou em 2008 a questão controversa de que "o Google estaria nos deixando idiotas" e decidiu aprofundar sua pesquisa sobre como a rede afeta nosso cérebro. Seu livro examina a história da leitura e a ciência de como o uso de diferentes mídias afeta nossa mente. Explorando como a sociedade passou da tradição oral para a palavra escrita e depois para a internet, ele detalha como nosso cérebro se reprograma para se ajustar às novas fontes de informação. Ler na internet mudou fundamentalmente a forma como usamos nosso cérebro.
A quantidade de textos, fotos, vídeos, músicas e links para outras páginas combinada com incessantes interrupções na forma de mensagens de texto, e-mails, atualizações do Facebook e feeds de RSS fez com que nossas mentes se acostumassem a catalogar, arquivar e pesquisar informações. Desta forma, desenvolvemos habilidades para tomar decisões rapidamente, especialmente visuais. Por outro lado, cada vez lemos menos livros, ensaios e textos longos – que nos ajudariam a ter foco, concentração, introspecção e contemplação. Ele diz que estamos nos tornando mais bibliotecários – aptos a encontrar informações de forma rápida e escolher as melhores partes – do que acadêmicos que podem analisar e interpretar dados.
A ausência de foco obstrui nossa memória de longo prazo e nos torna mais distraídos. "Nós não nos envolvemos com as funções de interpretação de nossos cérebros", diz. Ele ainda afirma que, por séculos, os livros protegeram nossos cérebros de distrações, ao fazer nossas mentes focalizarem um tema por vez.
Mas com aparelhos como o Kindle e o iPad tornando-se comuns, Carr prevê que os livros também mudarão. "Novas formas de leitura requerem novas formas de escrita".
Se escritores suprem a necessidade crônica de uma sociedade distraída, eles inevitavelmente evitarão argumentos complexos que requerem atenção prolongada e escreverão de forma concisa e aos pedaços, Carr prevê. Ele inclusive sugere um exercício para aqueles que sentem que a internet os tornou incapazes de se concentrarem: diminuam o ritmo, desliguem a web e pratiquem habilidades de contemplação, introspecção e reflexão.
É bem claro pelo que já sabemos sobre a ciência do cérebro que, se você não exercita habilidades cognitivas específicas, você acaba as perdendo. Se você se distrai facilmente, não pensará da mesma forma que pensa se você presta atenção. (Nicholas Carr)

Cientistas dizem que fazer malabarismo com e-mail, celular e outras fontes de informação muda a maneira como as pessoas pensam. Nossa concentração está sendo prejudicada pelo fluxo intenso de informação. Esse fluxo causa um impulso primitivo de resposta a oportunidades ou ameaças imediatas. O estímulo provoca excitação - liberação de dopamina - que vicia. Na sua ausência, vem o tédio.
Enquanto muita gente diz que fazer várias coisas ao mesmo tempo aumenta a produtividade, pesquisas mostram o contrário. As multitarefas dificultam a concentração e a seleção necessárias para ignorar informações irrelevantes. E mesmo depois que a pessoa se desliga, o pensamento fragmentado continua.
Para estudiosos de Stanford, a dificuldade de se concentrar só no que interessa mostra um conflito cerebral, que vem da nossa evolução. Parte do cérebro age como uma torre de controle, ajudando a pessoa a se concentrar nas prioridades. Partes primitivas, como as que processam a visão e o som, querem que ela preste atenção às novas informações, bombardeando a torre de controle. Funções baixas do cérebro passam por cima de objetivos maiores, como montar uma cabana, para alertar sobre o perigo de um leão por perto. No mundo moderno, o barulho do e-mail chegando passa por cima do objetivo de escrever um plano de negócios ou jogar bola com o filho.
Mas outras pesquisas mostram que o cérebro também se adapta. Usuários de internet têm mais atividade cerebral do que não usuários. Eles estão ganhando novos circuitos de neurônios. Isso não é necessariamente bom, porque não significa que estamos nos tornando mais inteligentes. Nossas crianças nascem sabendo programar o microondas e mexer nas configurações da TV, mas ao crescerem terão menos senso crítico e independência que as outras gerações. Estarão TERRIVELMENTE acostumadas a terem tudo pronto, mastigado, desde a pipoca de microondas até as notícias que recebem. Ficaremos parecidos cada vez mais com os gordinhos do filme Wall-E, imersos na informação de tal ponto que falarão com os colegas DO LADO via MSN (e isso já acontece nas empresas!). Com as relações sociais tradicionais sendo destruídas e trocadas por uma virtual, quem detiver o controle dos meios de tráfego virtual controlará as relações sociais. E vocês acham que os governantes já não sabem disso? Por que será que Obama teve uma reunião com todos os donos dos "corredores de informação"?

A música também é uma forma de induzir a mudanças no cérebro. Ajuda a manter o "gado", tão interessante para quem controla as engrenagens.
Um estudo foi conduzido por cientistas em um grupo de ratos para estudar os efeitos da música rock. O grupo de ratos que foi exposto à música rock foi ficando progrssivamente mais desorientado em testes, e por fim se tornaram incapazes de completar o labirinto. Quando os cérebros destes ratos foram dissecados, verificou-se que eles foram submetidos a mudanças estruturais anormais. Os neurônios em seu cérebro (em especial na região do hipocampo, que é conhecido por ser importante na aprendizagem e na formação da memória) cresceram de forma descontrolada em todos os sentidos, sem fazer conexão com outros neurônios. Aumentos significativos no RNA mensageiro, que está envolvido na formação da memória, também foram encontrados. Eu achei essa notícia um pouco exagerada, e por não ter o NOME dos pesquisadores, resolvi pesquisar mais e encontrei o seguinte:
O estudante David Merrill repetiu a experiência e chegou aconclusões parecidas, mas não pôde ir muito longe pois os ratos que ouviam rock mataram uns aos outros. O estudo de G. M. Schreckenberg e H. H. Bird (1988) demonstra que ratos expostos a música desarmônica (ou seja, sem harmonia) desenvolveram danos nos nervos cerebrais e "degradação do comportamento".
Ou seja, a configuração do cérebro vai mudar SIM, especialmente se forem expostas crianças a isso (como vimos no começo do documentário Zeitgeist: Moving Forward). Nos EUA e no Brasil 20% das crianças sofrem algum tipo de distúrbio mental, enquanto 5 MILHÕES de crianças e adolescentes nos EUA sofrem de distúrbio mental GRAVE.

Não é minha intenção culpar o rock - até porque eu gosto e acho que é apenas UM aspecto do problema - mas sim a exposição a um determinado tipo de som. Ele muda dependendo do país e grupo social, mas somos BOMBARDEADOS por tipos de som cuja semelhança entre eles é ser estressante, percussivo ao extremo e longe de qualquer harmonia. Cada vez mais nossas "musas" e "musos" pop vão promovendo sons mais e mais bizarros, longe do tipo de música que nos cativou no começo de suas carreiras e chegando muito próximo dos sons que são usados pra simular drogas (e não creio que seja uma mera coincidência). Me chamem de teórico da conspiração se quiserem, mas não deixem de meditar no que leram, e observar com certo distanciamento as "informações" que pipocam ao seu redor.

SAÚDE:
 
Passar mais de quatro horas por dia em frente à televisão aumenta o risco de sofrer doenças cardiovasculares e inclusive o de morrer, revela um estudo divulgado hoje pela imprensa australiana.
A probabilidade de sofrer doenças cardiovasculares é 80% superior a de quem passa menos tempo, e a de morrer aumenta 46%. Até porque ver TV engorda.

Concretamente, cada hora em frente a uma televisão representa um risco de morte 11% maior, de acordo com a pesquisa realizada com 8.800 pessoas e divulgada na publicação científica "Circulation: Journal of the American Heart Association". O cientista David Dunstan afirmou que o problema é causado pela falta de mobilidade, que impede que o organismo processe de maneira adequada açúcares e gorduras. Não importa que se façam exercícios diários - o dano vem do tempo prolongado que se passa sentado diante de uma tela, segundo Dunstan.
As 8.800 pessoas pesquisadas, entre 25 e 50 anos de idade e que se uniram ao projeto entre 1999 e 2000, realizavam entre meia e uma hora de exercícios diários e, no entanto, 284 morreram em seis anos.
Dunstan indicou que a pesquisa enfocou particularmente os casos de gente que vive junto à televisão, mas as conclusões são aplicáveis a qualquer outra atividade sedentária, como as pessoas que passam o dia jogando computador. O pesquisador lembrou que "o corpo humano foi feito para se movimentar".

Três em cada quatro norte-americanos serão obesos em 2020. Você não vê esse padrão de beleza na mídia, ?

Assim como os passageiros de Wall-E, não temos interesse no mundo que nos cerca, nem no que nos reserva o futuro. Não enquanto tivermos distração suficiente pra preencher nossos dias vazios e  "modelos" pra satisfazer nossos desejos por nós. Quem é a mão que nos "alimenta"? Quem manda no "capitão" desse navio? Pretendo fazer um post sobre os efeitos do que comemos e bebemos diariamente, e como as grandes indústrias estão por trás de um lento envenenamento que nos torna fracos, doentes, estúpidos e favorece o lucrativo comércio dos remédios e planos de saúde.


Computador consegue ler a mente humana...


Cientistas pesquisadores da Universidade de Berkeley criaram um sistema capaz de decodificar as ondas cerebrais e ao mesmo tempo reproduzir qualquer imagem em que você esteja pensando. A experiência foi realizada por três voluntários, os quais se submeteram a uma máquina de ressonância magnética enquanto deveriam olhar para imagens em preto-e-branco. Ao mesmo tempo, seus cérebros eram monitorados por um grupo de cientistas em outra sala ao lado. Após analisar os sinais gerados pelos cérebros dos voluntários, um programa de software criado e desenvolvido pela Universidade de Berkeley foi capaz de reconstruir as mesmas imagens que os voluntários estavam vendo. Em síntese, a máquina foi capaz de decodificar e ler o pensamento deles. Isso é algo fantástico que poderá trazer conseqüências profundas para a humanidade.
Mas como foi possível ao computador ler os pensamentos dos voluntários? Momentos antes do teste eles tiveram de olhar para uma considerável quantidade de fotos, contendo aproximadamente 1.700 imagens. Durante esse processo, os pesquisadores mediram a atividade de 8 regiões diferentes do cérebro, assim, os dois dados, ou seja, o conteúdo das fotos e a atividade do cérebro foram cruzados pelo programa de computador, o qual começou a fazer relações e aprender quais padrões cerebrais correspondiam á imagem de um cachorro, por exemplo. A tentativa deu certo. O índice de acerto no teste foi de 90%. Apesar de o sistema ser lento e demorar 60 minutos por imagem, e ainda não reconhecer outros tipos de pensamento, como as palavras, ele já está causando polêmica e até receio. A maior crítica é que tal tecnologia não deve violar a privacidade da mente humana. Será?
[Fonte: Resumido da Super, Dezembro de 2009]


Computador lê cérebro e escreve na tela:
Pesquisadores de Berlim estão a um passo de desenvolver um dispositivo capaz de escrever e manipular objetos a partir da leitura da mente. A “máquina de escrever mental” traduz pensamentos em movimentos do cursor. A primeira demonstração pública será feita na CeBit.

A tecnologia foi criada pelo Instituto Fraunhofer de Arquitetura de Computadores e Software, o mesmo que criou o formato de música digital MP3. O grupo dos professores Klaus-Robert Mueller e Gabriel Curio são responsáveis pela pesquisa. O objetivo do estudo é criar um dispositivo para que pessoas que tem uma deficiência grave que dificulta sua comunicação com o mundo exterior. Mesmo uma pessoa com paralisia completa, que não consegue sequer mover os olhos, consegue pensar e enviar sinais que poderiam ser lidos pela máquina.

Os sinais são lidos através de 128 eletrodos fixados no escalpo da pessoa. Um programa específico lê os sinais e o filtra dentre uma massa de dados nebulosa. Este tipo de interface também pode ser usado na indústria do entretenimento, criando uma nova classe de videogames. A tecnologia também poderia ser usada em sistemas de segurança em automóveis, integrada aos freios. [Fonte: Forumpcs]


Cientistas trabalham em “computador químico”


A grande variedade de computadores desenvolvidos, em diferentes formas, pode dar a impressão de que as técnicas de produção estão muito avançadas, mas todas partem do mesmo princípio: a interação de elétrons com silício. Em busca de uma nova alternativa, o pesquisador Andrew Adamatzky tentou construir um computador baseado não em mecanismos eletrônicos, mas em reações químicas.
A chave para essa técnica é o uso de compostos químicos que entram no que os cientistas chamam de “Reação BZ (Belusov-Zabothinski, em homenagem aos dois cientistas que descobriram, em diferentes épocas, a primeira e a segunda etapa desta reação)”. A Reação BZ é notória por emitir ondas de maneira “lógica”, cuja frequência pode ser interpretada para criar algoritmos. Tais sequências podem ser a base da computação química.
A construção consiste em unificar uma série de compostos químicos (chamados de “vesículas”), que comprovadamente operam a Reação BZ. A ideia básica de “computadores químicos” já havia sido levantada anteriormente, mas esta é a primeira vez em que cientistas reconhecem as aplicações do princípio na geometria dos computadores. A Reação BZ, segundo eles, pode calcular o espaço baseado no Diagrama de Voronoi, um conceito que hoje é aplicado na construção de telefones e na matemática.
Porque, afinal, fazer computadores que funcionem com reações químicas? A metade de Adamatzky, a longo prazo, é ousada: “no futuro, queremos construir computadores que possam ser incorporados ao corpo humano”. Enquanto isso ainda não é possível, os pesquisadores de Bristol desenvolvem o projeto usando computadores comuns, “simulando” reações químicas. [Fonte: hyperscience]

Estudo divulga o uso de internet, e-mail e USB no ambiente


Após a realização de um estudo onde foram analisadas as emissões de CO2 de três atividades efetuadas por utilizadores de internet, e-mail e transferências de dados a partir de um dispositivo USB, a Arobase tenta com isso abrir um debate para esta questão.
Os dados disponibilizados mostram que as tecnologias de informações e comunicações são responsáveis por 2% das emissões de CO2. Mas você deve estar se perguntando como que a empresa fez para chegar a esse resultado; é o que tentaremos explicar.
A Arobase levou em conta que na França em média, cada trabalhador de uma empresa com cerca de 100 colaboradores, receba cerca de 58 mensagens e envia 33, o que segundo a companhia gera cerca de 136 quilos de CO2 por ano por servidor. Neste estudo está incluído a energia consumida pelos computadores, assim como os dados que fazem a gestão do tráfego. Sendo assim, concluiu que se a empresa conseguir reduzir em 10% o número de mensagens de correio numa empresa com 100 colaboradores, isso levaria a redução de uma tonelada de emissão de CO2 por ano, já outro fator neste estudo a se ter em conta, é a impressão das mensagens recebidas.
Entre as pesquisas online, as contas são realizadas atribuindo uma média de 949 buscas online por ano a cada internauta, ou seja, o equivalente a emissão de 9,9 quilos de CO2 por cada um dos utilizadores desta ferramenta. Na conclusão nesta área, o estudo recomenda que sejam usadas palavras chaves concretas nas buscas, para com isso, ter uma redução de cinco quilos por ano na emissão de CO2 por usuário.
Já a utilização do dispositivo USB para a transferência de arquivos; o estudo analisou várias hipóteses, entre elas, a descarga de apenas um documento de 200 páginas e a leitura do mesmo, isso para cada 100 pessoas, que tenham assistido a uma conferência. Nesse caso, as emissões relacionadas com a ação seriam ao equivalente a 80 quilos de CO2 lançados na atmosfera.
A companhia de estudos Arobase, considera este estudo muito importante para mostrar que uma atividade considerada “limpa” por muitos usuários tem os seus custos com o ambiente e assim cabe a nós ajudar a melhorar.[Fonte: OficinadaNet]

Reino Unido: uma em cada 5 crianças é vítima do cyber bullying


Cerca de uma entre cinco jovens do Reino Unido sofreu cyber bullying, sendo as meninas mais afetadas do que os meninos, segundo pesquisa. Muitas das vítimas disseram que sua experiência prejudicou sua confiança, sua saúde mental e mesmo sua frequência escolar. O estudo foi feito por acadêmicos da Anglia Ruskin University com cerca de 500 jovens de idades entre 11 e 19 anos e foi divulgada pelo Daily Mail nesta terça-feira.
Quase um quinto, 18,4% admitiu ter sofrido cyber bullying, situações em que uma pessoa usa a internet ou o celular para intimidar o outro. Das 273 meninas questionadas, 60 delas, 22% disseram ser vítima de tal prática, enquanto 27 dos 200 meninos, equivalente a 13,5%, também enfrentaram o cyber bullying.
Dos 87 jovens que afirmaram ter sido vítimas do cyber bullying, um terço teve sua confiança "bastante" ou "muito" afetada, enquanto metade (52%) disse estar bem com sua saúde emocional. Pouco mais de um quarto (29%) dos que foram vítimas de outros disseram ter ficado longe da escola enquanto mais de um terço (39%) parou de socializar fora do horário escolar.
Dos 188 jovens que responderam a pergunta de se eles iriam procurar ajuda com o cyber bullying, menos da metade (45%) disseram que sim. Aqueles que responderam que não tinha medo de tornar as consequências ainda pior e/ou queriam lidar sozinhos com a questão. Aqueles que procuram apoio foram mais propensos a procurar a ajuda de pais e amigos.
Steven Walker, que liderou a pesquisa, disse: "Enquanto a maioria das interações online são neutras ou positivas, a internet oferece um novo meio através do qual crianças e jovens são vítimas de bullying. Ele acrescentou que muitas vítimas do bullying se que sabem que estão sendo atacadas, acreditam apenas ser uma brincadeira inofensiva.
"Enquanto o uso das mídias sociais entre os jovens continuar a crescer, a menos que o problema seja devidamente abordado pelos sites e agências de governo, o cyber bullying é só tende a piorar", disse o pesquisador.
Na semana passada a diretora de marketing do Facebook, Randi Zuckerberg, pediu o fim do anonimato online dizendo que os usuários de internet iriam "se comportar muito melhor" se todos tivessem de usar nomes reais ao navegar ou publicar na internet.[Fonte: Terra]

Brasil tem mais vítimas de crimes online do que média global


De acordo com o relatório de 2011 da Norton, divulgado nesta terça-feira, o Brasil sofre mais ataques cibernéticos do que a média global. Enquanto 69% dos adultos online disseram ter sido vítimas mundialmente, o número sobe para 80% no País. Além disso, leva-se mais tempo para solucionar um crime por aqui do que na média de outros países do mundo, com cerca de um dia de diferença.
O estudo foi feito com 24 países e mostrou que, diariamente, são cerca de 77 mil brasileiros afetados. Quando o universo da pesquisa se restringe aos últimos 12 meses, o Brasil também é campeão. Cerca de 75% afirmaram ter sofrido ataques contra 65% no mundo.
Além disso, o País também sai na frente no que se refere à falta de segurança. Aqui, 69% dos adultos responderam que não atualizam o software de segurança com frequência. No mundo, o número cai para 41%.
O levantamento também mostra que os brasileiros ficam 30 horas por semana online contra 24 horas na média global. No País, os crimes cibernéticos mais comuns são malwares ou vírus de computador, seguidos de invasão de perfis em redes sociais e phishing - tentativa de roubar dados pessoais, fotos e arquivos de outra pessoa.[Fonte: Terra]

Óculos Inteligentes mudarão a nossa visão da realidade




Óculos para realidade aumentada poderiam ser colocados à venda até o fim do ano, segundo blog.

Há muito tempo que se fala de realidade aumentada, que nada mais é que acrescentar camadas de informação extraídas da internet à realidade com a qual nos deparamos.
Segundo os especialistas, esta tecnologia pode ter no futuro uma infinidade de utilidades - desde nos ensinar a consertar o motor de um avião a ver legendas em tempo real se alguém fala conosco em chinês, por exemplo.

Mas ainda que a proliferação dos smartphones nos últimos anos tenha nos permitido vislumbrar do que se trata a realidade aumentada, ainda não apareceu uma tecnologia que a faça deixar de ser uma simples curiosidade para entretenimento e que não nos obrigue a tirar o aparelho do bolso a todo momento.
Talvez por isso que a Google está movendo grande parte de seu músculo criativo para o desenvolvimento de óculos de realidade aumentada. O produto final ainda é um mistério, mas já vem gerando uma onda de rumores no mundo tecnológico.

SEGREDO

A última informação sobre os óculos da Google foi publicada em um blog do diário americano The New York Times, onde se afirmava que os óculos poderiam ser colocados à venda até o final do ano a um preço entre US$ 250 e US$ 600.
Segundo o blog, empregados da companhia informaram em condição de anonimato que o dispositivo terá uma câmera de baixa resolução para coletar imagens que seriam comparadas com os dados online.
Também seriam incorporados sensores de movimento e sistemas de posicionamento global (GPS).
Outro meio americano também publicou que a Google teria investido US$ 120 milhões em instalações para testar a "precisão de uma tecnologia ótica".

Loja da Apple
A Apple também estaria desenvolvendo um dispositivo portátil de realidade aumentada.

Até agora, a empresa não confirmou nenhum dos rumores sobre os óculos de realidade aumentada.
O projeto está sendo desenvolvido em total segredo pelo Google X, o laboratório para assuntos "top secret" localizado na sede da companhia.
E a Google não é a única, já que também se comenta sobre um outro dispositivo portátil de realidade aumentada em desenvolvimento pela Apple.
Neste caso, seria algo parecido ao iPod Nano de pulseira, mas feito com cristal flexível. O usuário se comunicaria com o aparelho por meio do assistente virtual da Apple, o software Siri.

CURIOSIDADE E ENTRETENIMENTO

Desde 2008 que os usuários já contam com aplicações de smartphones que permitem vislumbrar as possibilidades que a realidade virtual oferece.
Apesar disso, a tecnologia ainda é apenas uma curiosidade ou um entretenimento e raramente algo realmente prático e cotidiano.
Mas com a aparição da computação de nuvem e o aumento das velocidades de transmissão de dados, os especialistas preveem um futuro brilhante para a realidade aumentada.

Realidade aumentada
Realidade aumentada poderia ter uso em âmbitos diversos, como educação, publicidade ou cirurgias.

Estima-se que seu uso poderia se estender a âmbitos tão diversos como a educação, a publicidade, a arquitetura, a indústria ou a medicina cirúrgica.
"Colocar camadas de informação adicionais sobre a realidade é notavelmente útil", afirmou à BBC Claudio Feijoo, subdiretor de investigação do centro de pesquisas e desenvolvimento da Universidad Politécnica de Madrid (CeDInt).
"Imagine que alguém tenha que reparar o motor de um avião. (Com a realidade aumentada) poderá saber como se chama cada peça. Também não é a mesma coisa que te ensinem numa lousa ou que possa ver algo e interagir", comentou.
Numa cidade, acrescenta ele, "alguém perdido pode colocar os óculos e eles indicarão como se chamam as ruas".

REALIDADE AUMENTADA "AUDITIVA"

Agora os pesquisadores já apontam para além da realidade aumentada "visual", e já se fala da realidade aumentada "auditiva".
É o caso de Jordi Janer, que explora o modo de incorporar elementos sonoros de realidade aumentada na Universidade Pompeu Fabra de Barcelona.
“Nós estamos tentando desenvolver sistemas de áudio com realidade aumentada. Escutar mais cosas do que escutamos”, explicou.
Isso criaria, por exemplo, a possibilidade de ir a um concerto e poder escutar mais um instrumento que outro, ou estar em um ambiente com música alta e poder "subir o volume" de nosso interlocutor.
Também se estuda incorporar sons a elementos "reais" armazenados na internet. Isso permitiria, por exemplo, um Google Street View no qual se pudesse escutar o barulho dos carros e das pessoas ao passar.[Fonte: BBC Brasil]

Cientistas testam lentes de contato com projeção holográfica




Lente projetaria imagens e informação em frente ao usuário

Uma nova geração de lentes de contato capazes de projetar imagens na frente do usuário está um passo mais perto da realidade, depois que os cientistas testaram com sucesso o aparelho em animais.
A tecnologia permitiria a leitura de textos, como emails, através de projeções holográficas, assim como o aperfeiçoamento da visão através de imagens geradas por computador.

Os pesquisadores das Universidades de Washington, nos EUA, e de Aalto, na Finlândia, responsáveis por desenvolver a lente biônica, dizem que os primeiros testes, realizados com coelhos, não registraram efeitos adversos evidentes da invenção.
Incrementada através da implantação de centenas de pixels (o menor elemento de uma imagem digital), a lente poderia ser usada por motoristas para ver mapas através de realidade virtual, ou checar a velocidade do seu carro projetada no pára-brisa.
Na mesma linha, as lentes poderiam elevar o mundo virtual de um vídeo game a um nível totalmente novo.
Em outro tipo de uso, os instrumentos podem ser conectados a biossensores no corpo do usuário e prover informações, por exemplo, sobre o nível de açúcar no sangue.

DESENVOLVIMENTO

O produto final ainda precisa ser aperfeiçoado em relação ao protótipo, como a questão de uma fonte de energia confiável. Atualmente, a lente só funciona em um raio de poucos centímetros da bateria sem fio.
Além disso, os microcircuitos do equipamento possibilitam apenas um diodo emissor de luz (LED, na sigla em inglês), o tipo de tecnologia usada em computadores que transforma energia elétrica em luz.
Apesar das limitações, os cientistas reforçaram seu otimismo em relação ao experimento em um artigo na revista científica Journal of Micromechanics and Microengineering.
O coordenador das pesquisas, professor Babak Praviz, disse que o grupo já conseguiu superar um importante obstáculo, o de adaptar a lente para permitir ao olho humano focalizar um objeto gerado na sua superfície.
Normalmente, conseguimos ver com clareza apenas os objetos localizados a vários centímetros de distância.
"O próximo passo é acrescentar textos pré-determinados nas lentes de contato", disse o cientista.

MATERIAL DELICADO

Segundo os pesquisadores, um dos maiores desafios na fabricação da lente foi trabalhar com os materiais adequados.
Enquanto os materiais usados em uma lente tradicional são delicados, a fabricação de circuitos elétricos envolve materiais inorgânicos, altas temperaturas e produtos químicos tóxicos.
Os circuitos deste protótipo foram feitos com uma camada de metal da espessura de apenas alguns nanômetros – cerca de um milésimo do cabelo humano –, com LEDs medindo apenas um terço de milímetro.
Babak Praviz diz que equipe não é a única a desenvolver esse tipo de tecnologia.
A companhia suíça Sensimed já pôs no mercado lentes de contato inteligentes que usam tecnologia de informática para monitorar a pressão dentro do olho a fim de identificar condições para glaucoma.[Fonte: BBC Brasil]